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HORIZONTES E VERTICAIS

Horizontes e Verticais apresenta uma série de pinturas em acrílica e colagens sobre lona e caixotes de madeira. As obras apresentadas refletem as impressões sobre ambientes e paisagens urbanas na cidade histórica e contemporânea. Nascido em Ouro Preto/MG e residente em Belo Horizonte/MG desde 2010, o artista busca em seu trabalho expor o que observa na transformação das paisagens dessas duas cidades. As memórias das cidades se sobrepõem aos olhares contemporâneos que são lançados sobre ambas, salientando as transformações da paisagem, e ao mesmo tempo propondo aproximações e distanciamentos entre elas. A paisagem se transforma de formas diferentes e ao mesmo tempo semelhantes: em Ouro Preto as transformações se dão principalmente no seu entorno, onde pequenos prédios observados de longe se misturam a arquitetura colonial; em Belo Horizonte, as transformações estão em toda parte, em seu centro e arredores os espaços se modificam e se transformam continuamente. O trabalho do artista ...

PERFORMANCES

Performance: Con(texto) - 2018 Essa performance parte da ideia de comunicação, (ou a falta dela) em um mundo em que a informação vem de todos os lados e de diversas fontes, pensar a performance como ato rotineiro, onde muitas vezes nos alimentamos de informações e as vezes não nos comunicamos. A ideia do trabalho parte do contexto de antropofagia, onde ingerimos informações, mas não a digerimos, e saturados, disparamos palavras para todos os lados. Como lidar com as informações? Porque não olhar nos olhos? As informações que chegam de forma midiática moldam o comportamento social, mas traz uma reflexão sobre nosso tempo, o acesso a informação e as formas de comunicar e conviver em sociedade. Giovane Diniz e Nathalia Bruno Performance con(texto) no Arte Manifesto CEFART/Palácio das Artes. Ação, concepção e cenário: Nathalia Bruno e Giovane Diniz.   Fotografia: Mara Aram                 Performance, Con(texto), ...

ENTRE TEMPOS

Tempos vividos, tempos a serem vividos. Olhares que vagam lugares, pensamentos e poéticas que se encontram na observância dos espaços e nas experiências que compartilhamos, buscando a cada dia um olhar para onde habitamos e que por tempos habita em nos as singularidades dos indivíduos e dos signos do ambiente urbano. O embrenhar-se nas montanhas – naturais e antrópicas – construindo e resignificando memórias, expressões de pensamentos que trazem questionamentos a cada olhar no transito da vida. A geometria angular que demarca áreas e que se diluem em fragmentos do habitar poético de cada lugar, provocando a quem vê ser decifrado em meio à arquitetura incompleta do espaço em construção. A cada tempo vivido buscar na vida a arte, e na arte a vida. S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017 S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017 S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017

COLETIVO BARCO

O Coletivo Barco é um grupo de artistas de Belo Horizonte/MG, que desenvolve ações em espaços públicos explorando suas características e possibilidades, propondo inversões dos modos de ocupação dos espaços da cidade, através da criação de dispositivos de deslocamento da realidade proporcionando experiências reflexivas sobre a contemporaneidade. Desde sua criação, em 2014, o grupo vem participando de projetos com intervenções e performances urbanas, provocando a percepção dos espaços públicos e seus indivíduos em suas características sociais e culturais, apreendidas em seu contexto. Partindo da ideia de que a cidade é um suporte para a criação artística e expressão, o coletivo ressalta e propõe uma discussão sobre questões do cotidiano e o fazer artístico contemporâneo, explorando as diversas linguagens das artes visuais. http://coletivobarco.wixsite.com/coletivobarco https://web.facebook.com/coletivobarco?_rdc=1&_rdr http://coletivobarco.blogspot.com/ https://www.you...

ICONOGRAFIAS DO URBANO

Caminhos Observar, sentir e se envolver com os espaços do mundo, se encontrar nele e ali se reintegrar com o meio, sentir as transformações materiais e imateriais pelas quais nos e os espaços da cidade passamos. Perceber que a arte pode significar uma maneira de representar, de figurar coisas, num universo simbólico ligado a nossa sensibilidade perceptiva, a nossa intuição, e ao nosso imaginário, provocando novos pensamentos nos indivíduos, retratando percepções individuais sobre o meio urbano e sobre as relações entre inúmeros elementos que o constituem. Assim como algo que temos como lembrança, pode se transformar em uma poética do tempo, significativo, emocional e fisicamente, expressando sentimentos que estão ali para serem interpretados ou simplesmente provocar indagações e sensações. Fazer-se morada do pensamento, partir do material que se faz sentir pelo emocional se expressando nos acontecimentos do cotidiano. Giovane Diniz S/Título ,   acrílica, co...

RUAS - AQUARELAS

Ruas A arte e vida estão sempre ligadas e isso sempre reflete nos trabalhos dos artistas, demonstrando aspectos do cotidiano e os fatos na contemporaneidade. Nesta série apresento memórias e vivências nos espaços urbanos, trabalhos que dialogam com minhas experiências de vida, passadas principalmente nas cidades de Ouro Preto e Belo Horizonte, onde observo as transformações que ocorrem nestes espaços, nas estruturas, na arquitetura que se modifica e transformam seus espaços físicos e as pessoas que habitam as cidades. Ruas, esquinas e avenidas, que hora se parecem construindo, desconstruindo, ou se complementando. Esses pensamentos e os trabalhos até agora apresentados tem inspiração também no poema Ruas, de Carlos Drummond de Andrade, onde o poeta revela a surpresa com as mudanças de vida da nova capital onde as ruas não são mais sinuosas e novas perspectivas vão surgindo, e revelando as transformações dos espaços urbanos. Nas experiências vivenciadas nas cidades sempre observo as tr...

PERCURSOS

Um percurso, no centro de Belo Horizonte - MG. Nesse trajeto foram observadas as mudanças que ocorrem na paisagem urbana, até em deslocamentos tão pequenos, as pessoas, e os ambientes que se modificam. Perguntas surgem: o que modifica cada ambiente? As pessoas, o poder publico, ou as condições de cada indivíduo? As pessoas estão ali por opção ou por segregação? Para realizar o trabalho fiz um trajeto registrando vários ângulos da cidade por meio de registro fotográfico, desenhos e anotações. Ao longo do caminho coletei caixas de madeira usadas por feirantes e descartadas nas ruas. A figura do mapa da região central de Belo Horizonte simboliza esse lugar tão diverso, onde foi feita a investigação sobre o espaço, para realizar o estudo. O suporte do trabalho foi feito com a madeira dos caixotes e forrados com folhas de jornal, onde foram trabalhados pintura fotografia e desenhos registrados no percurso, (elementos provenientes da rua), os jornais, que estampam diariamente retratos do ...