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Postagens

PERFIL

Giovane Diniz é natural de Ouro Preto/MG. Iniciou seus estudos nas artes em 2003, na Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP). É graduado em licenciatura em Artes Plásticas pela Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e mestre em Artes Visuais pela mesma instituição. Tem suas pesquisas voltadas para a  arte contemporânea, curadoria educativa, mediação cultural, processos de criação e produção cultural. Em seus trabalhos artísticos investiga memórias e histórias que se passam no dia a dia. Desenvolvendo obras que trazem perspectivas que marcam a transitoriedade do tempo nos contextos sociais e nas transformações dos espaços urbanos e suas arquiteturas. Suas obras surgem de pesquisas e experimentos com materiais e técnicas diversas, principalmente a pintura, colagem, desenho, performances e intervenções urbanas, abordando questões relacionadas a reflexões conceituais da contemporaneidade. Integrou o Coletivo Barco, elaborando trabalhos de intervenções e per...

ARQUITETURAS: ENTRE CORES E FORMAS

Os trabalhos desta série têm como base elementos que já fazem parte da minha produção artística há algum tempo, como meu interesse pela arquitetura das cidades, especialmente pelas construções coloniais de Ouro Preto e atualmente de Belo Horizonte. Viver nessas duas cidades me proporciona estar em contato físico com estes ambientes, as construções, as montanhas e as variações de luz, que propiciam recortes e ângulos, formando geometrias diversas. Além desses elementos arquitetônicos, sempre busco explorar a relação entre formas e cores. A interação entre cores e formas em meio a estruturas arquitetônicas me permite criar a partir das imagens que presencio, não tendo um compromisso com paisagens reais, mas sim com as possibilidades que elas me apresentam. Tenho como referências as cenas urbanas e também a arte abstrata, o Concretismo, aliado ao desenho como um elemento final agregado aos trabalhos. As linhas das montanhas sempre me acompanham. Nesta série, continuo meus estudos e ex...

MOSTRA INTERNACIONAL DE ARTE POSTAL “SUAS MONTANHAS”

A Mostra Internacional de Arte Postal "Suas Montanhas" celebrará os 80 anos da Escola Guignard, destacando sua importância na formação artística e cultural de Minas Gerais. Montanhas da memória , acrílica s/papel calandrado, 20x25cm,2024. A mostra, que integra as comemorações desse marco histórico, é um verdadeiro festival de diversidade artística. Com obras vindas de diversas partes do Brasil e do mundo, "Suas Montanhas" explora uma ampla gama de linguagens e técnicas, desde colagens e fotografias até pinturas e desenhos, refletindo a riqueza da arte postal. Além disso, a exposição enfatiza a interculturalidade, promovendo um diálogo entre artistas de diferentes origens e contextos, unidos pela criatividade e pela interpretação do tema das montanhas. Este encontro artístico celebra não apenas a geografia de Minas Gerais, mas também a capacidade da arte de conectar culturas e perspectivas distintas. Galeria do Espaço Cultural, Escola de Design - UEMG, Circuito Lib...

ENTRE CAMADAS

Nesta série apresento composições a partir de elementos visuais, que aparentemente constituem uma composição abstrata. Esta organização formal surge de processos que envolvem diversas técnicas, como a colagem, acrílica e desenho sobre lona. Mas antes das questões plásticas que envolvem cada obra, o processo de criação se dá a partir da observação do cotidiano, caminhadas pelas ruas geram desenhos, fotografias e ideias, que aos poucos vão se organizando. As transformações nos espaços urbanos, na arquitetura, evocam passados e vislumbram futuros, fazendo do presente um momento de reflexão. A abstração ganha figuração pelo desenho, que é o último a ser trabalhado no suporte, mas é também o que acrescenta aos trabalhos ideias iniciais dos processos que vão se estruturando ao longo de observações e reflexões. São muitas camadas, de colagens, tintas, desenhos. E entre tantas camadas estão memórias e pensamentos que se organizam a partir da elaboração de cada obra.         ...

FEIRA LIVRE DE ARTE CONTEMPORÂNEA - FLAC - 2023

Feira Livre de Arte Contemporânea - FLAC - 2023 [ ARTISTA PARTICIPANTE]  Natural de Ouro Preto, MG, Giovane é mestre em artes visuais, artista plástico, mediador cultural e professor de artes visuais. As obras apresentadas na FLAC são da série "Variações e vestígios" que surgiu da observação, das memórias e histórias que se passam no dia a dia. Suas obras trazem perspectivas que marcam a transitoriedade do tempo nos contextos sociais, nas cidades. https://flac.art.br/artistas/giovane-diniz/ https://www.bheventos.com.br/noticia/03-31-2023-a-partir-de-8-de-abril-feira-livre-de-arte-contemporanea-flac-tem-obras-de-80-artistas-em-exposicao-online-e-a-venda

MENÇÃO HONROSA NO IX SALÃO DE ARTE DE ITABIRITO

                                 Horizontes e verticais , Acrílica, colagem e desenho sobre lona, 90x80cm, 2018. http://www.arteitabirito.com.br/ A EX-POSIÇÃO DA ARTE [Documentário | 37min. | 2021 ] Direção: Guilherme Reis - Produção: José Carlos Oliveira.  https://www.youtube.com/watch?v=7hOLNX6FIXw

VARIAÇÕES E VESTÍGIOS

Esta série surge da observação, das memórias e histórias que se passam no dia a dia. Trazendo perspectivas que marcam a transitoriedade do tempo, dos contextos sociais e históricos, materialidades e apagamentos, registros e representações da vida e do universo cotidiano na urbe. Elementos característicos das cidades são expressos em gestos e cores, figuras que se deslocam em um cenário de linhas e formas, constituindo um emaranhado de ideias que surgem através de relações com os espaços, variações cromáticas e vestígios imagéticos, emoções e sentimentos expressos em imagens. Os vestígios e a incompletude revelam [des]continuidades sobre o que já aconteceu e o que ainda esta por vir. A construção/transformação dos espaços das cidades se dá constantemente, em meio a estas transformações estamos nós. O que foi e o que virá. O que somos e o que podemos ser. A arte nos leva a uma busca de nós mesmos em meio aos espaços que vivemos, inventamos, criamos e recriamos. Lembranças , acrílica...

HORIZONTES E VERTICAIS

Horizontes e Verticais apresenta uma série de pinturas em acrílica e colagens sobre lona e caixotes de madeira. As obras apresentadas refletem as impressões sobre ambientes e paisagens urbanas na cidade histórica e contemporânea. Nascido em Ouro Preto/MG e residente em Belo Horizonte/MG desde 2010, o artista busca em seu trabalho expor o que observa na transformação das paisagens dessas duas cidades. As memórias das cidades se sobrepõem aos olhares contemporâneos que são lançados sobre ambas, salientando as transformações da paisagem, e ao mesmo tempo propondo aproximações e distanciamentos entre elas. A paisagem se transforma de formas diferentes e ao mesmo tempo semelhantes: em Ouro Preto as transformações se dão principalmente no seu entorno, onde pequenos prédios observados de longe se misturam a arquitetura colonial; em Belo Horizonte, as transformações estão em toda parte, em seu centro e arredores os espaços se modificam e se transformam continuamente. O trabalho do artista ...

PERFORMANCES

Performance: Con(texto) - 2018 Essa performance parte da ideia de comunicação, (ou a falta dela) em um mundo em que a informação vem de todos os lados e de diversas fontes, pensar a performance como ato rotineiro, onde muitas vezes nos alimentamos de informações e as vezes não nos comunicamos. A ideia do trabalho parte do contexto de antropofagia, onde ingerimos informações, mas não a digerimos, e saturados, disparamos palavras para todos os lados. Como lidar com as informações? Porque não olhar nos olhos? As informações que chegam de forma midiática moldam o comportamento social, mas traz uma reflexão sobre nosso tempo, o acesso a informação e as formas de comunicar e conviver em sociedade. Giovane Diniz e Nathalia Bruno Performance con(texto) no Arte Manifesto CEFART/Palácio das Artes. Ação, concepção e cenário: Nathalia Bruno e Giovane Diniz.   Fotografia: Mara Aram                 Performance, Con(texto), ...

ENTRE TEMPOS

Tempos vividos, tempos a serem vividos. Olhares que vagam lugares, pensamentos e poéticas que se encontram na observância dos espaços e nas experiências que compartilhamos, buscando a cada dia um olhar para onde habitamos e que por tempos habita em nos as singularidades dos indivíduos e dos signos do ambiente urbano. O embrenhar-se nas montanhas – naturais e antrópicas – construindo e resignificando memórias, expressões de pensamentos que trazem questionamentos a cada olhar no transito da vida. A geometria angular que demarca áreas e que se diluem em fragmentos do habitar poético de cada lugar, provocando a quem vê ser decifrado em meio à arquitetura incompleta do espaço em construção. A cada tempo vivido buscar na vida a arte, e na arte a vida. S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017 S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017 S/título,  acrílica e desenho s/tela: 130x100cm, 2017

COLETIVO BARCO

O Coletivo Barco é um grupo de artistas de Belo Horizonte/MG, que desenvolve ações em espaços públicos explorando suas características e possibilidades, propondo inversões dos modos de ocupação dos espaços da cidade, através da criação de dispositivos de deslocamento da realidade proporcionando experiências reflexivas sobre a contemporaneidade. Desde sua criação, em 2014, o grupo vem participando de projetos com intervenções e performances urbanas, provocando a percepção dos espaços públicos e seus indivíduos em suas características sociais e culturais, apreendidas em seu contexto. Partindo da ideia de que a cidade é um suporte para a criação artística e expressão, o coletivo ressalta e propõe uma discussão sobre questões do cotidiano e o fazer artístico contemporâneo, explorando as diversas linguagens das artes visuais. http://coletivobarco.wixsite.com/coletivobarco https://web.facebook.com/coletivobarco?_rdc=1&_rdr http://coletivobarco.blogspot.com/ https://www.you...

ICONOGRAFIAS DO URBANO

Caminhos Observar, sentir e se envolver com os espaços do mundo, se encontrar nele e ali se reintegrar com o meio, sentir as transformações materiais e imateriais pelas quais nos e os espaços da cidade passamos. Perceber que a arte pode significar uma maneira de representar, de figurar coisas, num universo simbólico ligado a nossa sensibilidade perceptiva, a nossa intuição, e ao nosso imaginário, provocando novos pensamentos nos indivíduos, retratando percepções individuais sobre o meio urbano e sobre as relações entre inúmeros elementos que o constituem. Assim como algo que temos como lembrança, pode se transformar em uma poética do tempo, significativo, emocional e fisicamente, expressando sentimentos que estão ali para serem interpretados ou simplesmente provocar indagações e sensações. Fazer-se morada do pensamento, partir do material que se faz sentir pelo emocional se expressando nos acontecimentos do cotidiano. Giovane Diniz S/Título ,   acrílica, co...

RUAS - AQUARELAS

Ruas A arte e vida estão sempre ligadas e isso sempre reflete nos trabalhos dos artistas, demonstrando aspectos do cotidiano e os fatos na contemporaneidade. Nesta série apresento memórias e vivências nos espaços urbanos, trabalhos que dialogam com minhas experiências de vida, passadas principalmente nas cidades de Ouro Preto e Belo Horizonte, onde observo as transformações que ocorrem nestes espaços, nas estruturas, na arquitetura que se modifica e transformam seus espaços físicos e as pessoas que habitam as cidades. Ruas, esquinas e avenidas, que hora se parecem construindo, desconstruindo, ou se complementando. Esses pensamentos e os trabalhos até agora apresentados tem inspiração também no poema Ruas, de Carlos Drummond de Andrade, onde o poeta revela a surpresa com as mudanças de vida da nova capital onde as ruas não são mais sinuosas e novas perspectivas vão surgindo, e revelando as transformações dos espaços urbanos. Nas experiências vivenciadas nas cidades sempre observo as tr...

PERCURSOS

Um percurso, no centro de Belo Horizonte - MG. Nesse trajeto foram observadas as mudanças que ocorrem na paisagem urbana, até em deslocamentos tão pequenos, as pessoas, e os ambientes que se modificam. Perguntas surgem: o que modifica cada ambiente? As pessoas, o poder publico, ou as condições de cada indivíduo? As pessoas estão ali por opção ou por segregação? Para realizar o trabalho fiz um trajeto registrando vários ângulos da cidade por meio de registro fotográfico, desenhos e anotações. Ao longo do caminho coletei caixas de madeira usadas por feirantes e descartadas nas ruas. A figura do mapa da região central de Belo Horizonte simboliza esse lugar tão diverso, onde foi feita a investigação sobre o espaço, para realizar o estudo. O suporte do trabalho foi feito com a madeira dos caixotes e forrados com folhas de jornal, onde foram trabalhados pintura fotografia e desenhos registrados no percurso, (elementos provenientes da rua), os jornais, que estampam diariamente retratos do ...