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EXPOSIÇÃO - ESPAÇOS URBANOS

‘ESPAÇOS URBANOS’ ATERRISSAM NO OTTO CIRNE ‘Espaços Urbanos’ , do artista plástico Giovane Diniz, aterrissam no Espaço Cultural Otto Cirne neste mês de março. Trabalhos na técnica acrílica sobre tela, segundo o autor das obras, apresentam memórias e reflexões sobre o espaço urbano e sua relação com as pessoas que circulam e vivem nas cidades. Para a mostra foram selecionadas paisagens dos municípios de Belo Horizonte e Ouro Preto. Diniz explica que esboçou em suas telas um diálogo entre os indivíduos e os espaços urbanos onde estão inseridos. “Os espaços vazios em minhas obras representam as pessoas e trago isto com uma luminosidade intensa, cores fortes e quentes, buscando, por meio da fragmentação geométrica, uma harmonia cromática.” Ele conclui que ao excluir visualmente a forma humana, ela acaba se tornando o foco das paisagens urbanas. Natural de Ouro Preto, Giovane Diniz começou a desenhar aos 13 anos de idade. “A princípio traçava formas figurativas. Posteriormen...

ARTE E EDUCAÇÃO

Mediação e criatividade Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou  a sua construção.  Paulo Freire Através de minhas experiências com arte e educação venho descobrindo que o ensino e aprendizagem de arte podem provocar nos alunos novas experiências no contato com a arte, levando-os a se interessar pelo processo criativo descobrindo formas de elaborar e criar seus trabalhos com autonomia, investigando e manuseando materiais, conhecendo técnicas e estilos artísticos, estimulando seus sentidos e aumentado suas percepções, buscando estar atento e com um olhar sempre aberto a desvendar significados nas artes e nas experiências de vida no seu dia a dia. A partir das experiências nas aulas de criatividade que tive na Escola Guignard (UEMG), na aplicação de aulas e no processo de mediação nos espaços não formais, penso que o ensino/aprendizagem em arte proporciona uma experiência enriquecedora para o aluno e para o professor...

GRAVURAS

“Uma boa gravura nunca é um espetáculo para os olhos. Sua forma surge de dentro para fora, organizada por micro-relevos, numa materialidade sutil que pede tato ao olhar. Ele não se desloca só em extensão, mas é atraído para a profundidade da imagem. O espectador participativo que toda obra de arte pede, deve sê-lo também em outro sentido: nos grandes museus, a gravura não esta disponível ao olhar turístico. Deve-se conhecê-la previamente, solicitá-la exatamente como um livro numa biblioteca”. Marco Buti, gravura em metal, São Paulo, 1995 S/Título, serigrafia: 29,7x42cm, 2014 S/Título, serigrafia: 29,7x42cm, 2014 S/Título, serigrafia: 29,7x42cm, 2014 S/título, serigrafia: 30x20cm, 2013 S/título, serigrafia: 30x20cm, 2013 S/título, xilogravura: 25x202m, 2013  S/título, xilogravura: 25x22cm, 2013  S/título, xilogravura: 30x20cm, 2014   S/título, xilogravura: 25x22cm, 2014 S/título, gravura em metal: 15x21c...

PINTURAS: IN SITU

Belo Horizonte/MG - 2012 Estas pinturas foram feitas no local de observação, no bairro Mangabeiras em Belo Horizonte/MG, sendo duas durante a noite. Estes trabalhos por serem executados em curto espaço de tempo trazem em si um momento especial de criação, a captura de uma atmosfera, que muda num instante e que pede agilidade e compreensão na captura das imagens, das cores que se transformam constantemente. Artistas de Ouro Preto como Guignard e Carlos Bracher, tem grandes obras realizadas no local de observação, trabalhos que trazem grande carga poética e expressiva, nos deslocando para o ambiente retratado (capturado), ativando lembranças e ao mesmo tempo dizendo e ensinando sobre como contemplar as paisagens, as ruas e os ambientes que nos cercam. A arte nos faz pensar em como nos transportar, das imagens das telas para a contemplação da natureza, uma obra infinita em sua beleza. S/título, 2012, 40x30 cm, acrílica s/papel Paraná S/título, 2012, 40x30 cm, acríl...

FRAGMENTOS

Nesta série apresento trabalhos que partem de uma sequência de experiências que venho desenvolvendo há alguns anos. Estes passam pelas paisagens de Ouro Preto e Belo Horizonte (explorando aspectos das ruas e os vazios que às vezes nos passam despercebidos), e a série que dediquei as figuras com instrumentos musicais, buscando uma “harmonia” cromática. Os trabalhos foram desenvolvidos com a técnica acrílica s/tela e acrescidas de outras como a colagem e o desenho na configuração final do trabalho. Esta série além de conter fragmentos de outros trabalhos partem da leitura e estudos de trabalhos e artistas com grande reconhecimento na história da arte, passando por diversos estilos, como o cubismo, surrealismo e a abstração geométrica. Várias referências aos estilos de arte citados são encontradas nas telas, que são compostas de fragmentos figurativos e abstratos, que às vezes constituem um quadro dentro do próprio quadro, se mostrando em composições independentes das demais partes da ob...